Sol, sal e o canto do mapa
Nordeste Natal RN
Ficha completaComparação lado a lado
Amazonas é maior que Rio Grande do Norte tanto em território quanto em população. A ocupação do solo é mais compacta em Rio Grande do Norte, com 67,4 habitantes por km². Rio Grande do Norte está no Nordeste; Amazonas, no Norte.
Trocar o A
O vermelho é Rio Grande do Norte. AM fica.
Trocar o B
O ouro é Amazonas. RN fica.
Sol, sal e o canto do mapa
Nordeste Natal RN
Ficha completaO maior território da federação — e um dos menos densos
Norte Manaus AM
Ficha completaLitoral
410 km contra sem litoral
Rio Grande do Norte tem 410 km de costa; Amazonas não tem saída para o mar.
Área territorial
1.559.168 km² contra 52.811 km²
O território de Amazonas é cerca de 30 vezes maior (1.559.168 km² contra 52.811 km²).
Densidade demográfica
67,4 hab./km² contra 2,7 hab./km²
Rio Grande do Norte é mais denso: 67,4 hab./km² contra 2,7 hab./km² em Amazonas.
Medida por medida
As barras mostram a proporção. Vermelho é Rio Grande do Norte; ouro é Amazonas.
População
3,6 milhões hab.
1,2×
4,3 milhões hab.
Amazonas leva a população por uma margem moderada: 4,3 milhões contra 3,6 milhões.
Estimativa arredondada da população residente, na ordem de grandeza das séries do IBGE (Censo 2022 e projeções seguintes).
Área territorial
52.811 km²
30×
1.559.168 km²
O território de Amazonas é cerca de 30 vezes maior (1.559.168 km² contra 52.811 km²).
Área oficial aproximada, em quilômetros quadrados, segundo a malha territorial de referência do IBGE.
Densidade demográfica
67,4 hab./km²
25×
2,7 hab./km²
Rio Grande do Norte é mais denso: 67,4 hab./km² contra 2,7 hab./km² em Amazonas.
Habitantes por quilômetro quadrado, calculados aqui a partir da população e da área desta mesma base.
Municípios
167
2,7×
62
Rio Grande do Norte tem 167 municípios; Amazonas tem 62.
Número de municípios. No Distrito Federal a conta registra a unidade administrativa única, sem divisão municipal.
IDH
0,728
1×
0,7
O IDH de Rio Grande do Norte é 0,728, à frente de Amazonas (0,7).
Índice de Desenvolvimento Humano estadual, na ordem de grandeza da série do Atlas/PNUD usada nas fichas (referência 2021).
PIB
R$ 80 bi
1,6×
R$ 131 bi
Amazonas concentra um PIB de R$ 131 bi, contra R$ 80 bi em Rio Grande do Norte.
Produto interno bruto estadual, em bilhões de reais, arredondado a partir das Contas Regionais do IBGE.
PIB por habitante
R$ 22.472
1,4×
R$ 30.607
Por habitante, Amazonas chega a R$ 30.607; Rio Grande do Norte fica em R$ 22.472.
PIB dividido pela população desta mesma base, para que a comparação use a mesma régua nas duas colunas.
Urbanização
78%
—
79%
Empate técnico: os dois valores estão perto demais para apontar um líder com a precisão desta base.
Percentual da população em situação urbana, segundo a definição das séries do IBGE usadas na ficha.
Litoral
410 km
410.000.000.000×
sem litoral
Rio Grande do Norte tem 410 km de costa; Amazonas não tem saída para o mar.
Extensão aproximada da costa atlântica. Estados sem saída para o mar aparecem com zero.
Ficha qualitativa
| Campo | Rio Grande do Norte | Amazonas |
|---|---|---|
| Capital | Natal | Manaus |
| UF | RN | AM |
| Região | Nordeste | Norte |
| Clima predominante | Tropical litorâneo na costa; semiárido no Seridó, com sol regular o ano todo | Equatorial úmido, com chuva elevada o ano todo e pouca variação de temperatura |
| Biomas | Mata Atlântica residual, caatinga no Seridó e um litoral de dunas e restinga | Amazônia quase contínua, com campinas e igapós que mudam de face na cheia |
| Economia | Turismo, petróleo e sal marinho, energia eólica, fruta irrigada e serviços em Natal | Zona Franca de Manaus (indústria e eletrônicos), serviços, turismo de selva e extração em escala menor que a imagem da floresta sugere |
| Pontos turísticos | Natal, Pipa, Genipabu, São Miguel do Gostoso e as falésias de Tibau do Sul | Encontro das Águas, Teatro Amazonas, Anavilhanas, Presidente Figueiredo e o Pico da Neblina |
| Relevo | Dunas, falésias, salinas e o sertão do Seridó | Planície amazônica, terras firmes e o Pico da Neblina na fronteira com a Venezuela |
| Traços geográficos | Canto nordeste do país, com Natal nas dunas e um litoral de sol e sal maior do que a área sugere | Maior estado em área: Encontro das Águas, bacia do Solimões–Amazonas e o teto do Brasil no Neblina |
| Limites | Ceará e Paraíba; litoral atlântico | Acre, Rondônia, Mato Grosso, Pará e Roraima; fronteira com Peru, Colômbia e Venezuela |
| Ponto mais alto | Serra de Santana (cerca de 832 m) | Pico da Neblina (2.995 m) |
| Rio principal | Rio Piranhas–Açu | Rio Amazonas / Solimões |