Yield Yeoman

Comparação lado a lado

Amazonas × Acre

Amazonas é maior que Acre tanto em território quanto em população. A ocupação do solo é mais compacta em Acre, com 5,5 habitantes por km². Os dois ficam na região Norte, o que torna o contraste de clima e relevo ainda mais útil.

AMAmazonasManaus3,5°S · 65,1°O

O maior território da federação — e um dos menos densos

Norte Manaus AM

Ficha completa
ACAcreRio Branco9°S · 70,8°O

O estado mais ocidental — e um dos que menos se mede em litoral

Norte Rio Branco AC

Ficha completa
6 medidas em que Amazonas lidera
2 medidas em que Acre lidera
1 empates técnicos

Área territorial

1.559.168 km² contra 164.124 km²

O território de Amazonas é cerca de 9,5 vezes maior (1.559.168 km² contra 164.124 km²).

PIB

R$ 131 bi contra R$ 16 bi

Amazonas concentra um PIB de R$ 131 bi, contra R$ 16 bi em Acre.

População

4,3 milhões hab. contra 906 mil hab.

Amazonas tem cerca de 4,7 vezes mais habitantes que Acre (4,3 milhões contra 906 mil).

Medida por medida

Comparação numérica

As barras mostram a proporção. Vermelho é Amazonas; ouro é Acre.

População

4,3 milhões hab.

4,7×

906 mil hab.

Amazonas tem cerca de 4,7 vezes mais habitantes que Acre (4,3 milhões contra 906 mil).

Estimativa arredondada da população residente, na ordem de grandeza das séries do IBGE (Censo 2022 e projeções seguintes).

Área territorial

1.559.168 km²

9,5×

164.124 km²

O território de Amazonas é cerca de 9,5 vezes maior (1.559.168 km² contra 164.124 km²).

Área oficial aproximada, em quilômetros quadrados, segundo a malha territorial de referência do IBGE.

Densidade demográfica

2,7 hab./km²

5,5 hab./km²

Acre é mais denso: 5,5 hab./km² contra 2,7 hab./km² em Amazonas.

Habitantes por quilômetro quadrado, calculados aqui a partir da população e da área desta mesma base.

Municípios

62

2,8×

22

Amazonas tem 62 municípios; Acre tem 22.

Número de municípios. No Distrito Federal a conta registra a unidade administrativa única, sem divisão municipal.

IDH

0,7

0,71

O IDH de Acre é 0,71, à frente de Amazonas (0,7).

Índice de Desenvolvimento Humano estadual, na ordem de grandeza da série do Atlas/PNUD usada nas fichas (referência 2021).

PIB

R$ 131 bi

8,2×

R$ 16 bi

Amazonas concentra um PIB de R$ 131 bi, contra R$ 16 bi em Acre.

Produto interno bruto estadual, em bilhões de reais, arredondado a partir das Contas Regionais do IBGE.

PIB por habitante

R$ 30.607

1,7×

R$ 17.660

Por habitante, Amazonas chega a R$ 30.607; Acre fica em R$ 17.660.

PIB dividido pela população desta mesma base, para que a comparação use a mesma régua nas duas colunas.

Urbanização

79%

1,1×

73%

Amazonas é mais urbano: 79% da população em cidades, contra 73% em Acre.

Percentual da população em situação urbana, segundo a definição das séries do IBGE usadas na ficha.

Litoral

sem litoral

sem litoral

Empate técnico: os dois valores estão perto demais para apontar um líder com a precisão desta base.

Extensão aproximada da costa atlântica. Estados sem saída para o mar aparecem com zero.

Ficha qualitativa

Capital, clima, biomas e o resto do atlas

Campo Amazonas Acre
Capital Manaus Rio Branco
UF AM AC
Região Norte Norte
Clima predominante Equatorial úmido, com chuva elevada o ano todo e pouca variação de temperatura Equatorial úmido, com chuva bem distribuída e pouca amplitude térmica anual
Biomas Amazônia quase contínua, com campinas e igapós que mudam de face na cheia Amazônia, com faixas de transição e o Parque Nacional da Serra do Divisor
Economia Zona Franca de Manaus (indústria e eletrônicos), serviços, turismo de selva e extração em escala menor que a imagem da floresta sugere Extrativismo (castanha, madeira manejada), pecuária, serviços públicos em Rio Branco e fronteira comercial com o Peru
Pontos turísticos Encontro das Águas, Teatro Amazonas, Anavilhanas, Presidente Figueiredo e o Pico da Neblina Serra do Divisor, palácios de Rio Branco, seringais históricos e a fronteira seca com Assis Brasil–Iñapari
Relevo Planície amazônica, terras firmes e o Pico da Neblina na fronteira com a Venezuela Depressão amazônica ocidental, terraços fluviais e serras baixas na fronteira com o Peru
Traços geográficos Maior estado em área: Encontro das Águas, bacia do Solimões–Amazonas e o teto do Brasil no Neblina Extremo oeste brasileiro, encravado entre Peru e Bolívia, drenado pelo rio Acre e afluentes do Purus
Limites Acre, Rondônia, Mato Grosso, Pará e Roraima; fronteira com Peru, Colômbia e Venezuela Amazonas e Rondônia; fronteira internacional com Peru e Bolívia
Ponto mais alto Pico da Neblina (2.995 m) Serra do Divisor (cerca de 600 m)
Rio principal Rio Amazonas / Solimões Rio Acre

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